segunda-feira, 25 de junho de 2012

Poeminha de amor

E então você me pergunta "Você me ama?".
Só posso responder a essa pergunta de uma forma: Não sei.
O que é amar? Amar é te ver e sentir o meu coração saltar?
É sentir o seu cheiro no travesseiro e suspirar?
É olhar para você e querer te beijar?
É estar longe de você e querer te abraçar?
É sonhar com os seus carinhos e te desejar?
É estar com você e não querer te largar?
É ficar sorrindo só de te olhar?
É pensar em você ao acordar?
Amar é sentir, bem aqui no meio do peito, a saudade apertar? Ou o coração disparar?
Amar é... É algo que não se pode explicar?!
Porque se isso realmente é amar, então tenha a certeza de que eu amo você.



sábado, 23 de junho de 2012

So confused

A vida não é confusa e não é tão complicada (só um pouco). Eu sou confusa. E muito complicada também.
 
Neste momento, estou insatisfeita (no mínimo) com uma situação que eu mesma causei. E o pior é que, não é a primeira vez que eu me coloco nessa situação. Tanto, que já pressinto os sinais de desastre. Sabe aquela estranha sensação de déjà vu? A sensação de que você já esteve naquele mesmo lugar antes e que aquilo deu em "merda"? É essa a sensação que está me aborrecendo nesse momento. E o fato de que eu me coloquei, deliberadamente e conscientemente, em uma situação que eu sabia que me traria problemas num futuro não muito distante.

Bom, parece que esse futuro não so far away já está batendo com força na minha porta e ameaçando derrubar se eu não abrir. O que fazer agora? Não posso culpar o mundo, o cosmos, o universo, pelas minhas próprias bobagens. Quando a gente cava um buraco, ainda por cima um que já havia sido cavado antes, temos a noção da profundidade que ele vai ter.

A solução é:
Fez? Agora conserta. 
Cavou tão fundo que não consegue sair? Começa a escalar e reza para sair inteira.

Se eu ao menos soubesse como limpar a minha própria bagunça...

terça-feira, 19 de junho de 2012

Namorinho...

Queria tanto um namorinho de portão. 
Daquele que se fica horas na frente de casa conversando sobre tudo e, ao mesmo tempo, sobre nada.
Do tipo de passear de mãos dadas, assistir filme abraçadinho, caminhadas no parque, lanches no shopping, andar de bicicleta ou patins, bobagens a dois...
Um amor do tipo tranquilo, mas não livre de turbulências! Todo amor precisa de uma sacudida, uma troca de opiniões acalorada, uma lombada qualquer, para que, quando aterrisar, esteja mais estável e mais forte do que antes.
Quero um namoro cheio das coisas simples e belas da vida. Gargalhadas, olhares cúmplices, beijos roubados, abraços apertados, mimos e agrados. No pôr-do-sol, à luz de velas e no escuro do quarto.
Quero um namoro cheio de surpresas, mas cheio de certezas também! Ah, como eu quero...